Hérnia de disco
Sociedade Brasileira de Coluna · canal oficial
Equipe multidisciplinar de ortopedistas e fisioterapeutas, com atendimento humanizado, avaliação detalhada e acompanhamento contínuo — para restaurar a função e devolver qualidade de vida.
Ortopedistas e fisioterapeutas com formação em hospitais e universidades de referência, atuando em conjunto pela sua recuperação.

Cirurgia de coluna · Membro Titular SBOT e Sociedade Brasileira de Coluna

Cirurgia de coluna · Membro Titular SBOT e Membro Efetivo SBC

Pé e tornozelo · Membro Titular SBOT e ABTPé

Cirurgia da coluna · Membro efetivo Sociedade Brasileira de Coluna

Cirurgia de coluna endoscópica (pós-graduado USP)

Ortopedia oncológica e intervenção em dor · Membro Titular SBOT

Hematologia em adultos e crianças · Membro Titular ABHH

Coordenadora de Fisioterapia da Escola de Coluna · Docente do Ensino Superior

Pós-graduado em Fisioterapia Traumato-Ortopédica

Reabilitação esportiva · Docente do Ensino Superior

Fisioterapeuta desde 2003 · Pós-graduada em Anatomia e Biomecânica
A Clínica Escola de Coluna, em Ipatinga/MG, aplica a reabilitação ortopédica pela metodologia Escola de Coluna — é a nossa base e alicerce. Acreditamos que reabilitação deve estar sempre alinhada à informação e à educação do paciente, unida a técnicas baseadas em evidências: fisioterapia, terapias manuais, cinesioterapia e treino de força. O atendimento é humanizado, com avaliação detalhada e acompanhamento contínuo.
Acreditamos que educar o paciente é sempre parte do caminho do tratamento. O paciente que entende o porquê da sua dor se machuca menos e se recupera melhor — é essa filosofia que dá nome à nossa clínica.
O conceito de Back School (Escola de Coluna) foi introduzido na Suécia em 1969 como um programa em grupo que reúne educação e exercício para pessoas com dor lombar (Poquet et al., 2016). Com o tempo, o conteúdo desses programas mudou e hoje varia bastante de um serviço para outro. As revisões Cochrane consideram incerta a eficácia da Back School na dor lombar aguda, subaguda e crônica, porque a qualidade das evidências é baixa a muito baixa (Poquet et al., 2016; Parreira et al., 2017). Por isso usamos o conceito como base de educação do paciente, sempre associado a exercício terapêutico e avaliação individual. A história do conceito no Brasil está descrita em uma revisão histórica (Andrade et al., 2005).
Fontes: Poquet N, et al. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(4):CD008325 · Parreira P, et al. Cochrane Database Syst Rev. 2017;(8):CD011674 · Andrade SC, et al. Rev Bras Reumatol. 2005;45(4)Hoje evoluímos o modelo original e nos baseamos nas diretrizes atuais de dor lombar. O NICE (NG59, 2016) recomenda oferecer informação e orientação para o autocuidado, com estímulo a manter as atividades normais, e considerar um programa de exercícios em grupo. O Colégio Americano de Médicos (ACP, Qaseem et al., Ann Intern Med 2017) recomenda tratamentos não medicamentosos como primeira escolha: na dor aguda ou subaguda, calor superficial, massagem, acupuntura ou manipulação; na dor crônica, entre outros, o exercício. Por isso a educação anda lado a lado com a avaliação médica individualizada e a fisioterapia. Veja as evidências completas →
Fundadores
Dr. Paulo Henrique LemosCEO, idealizador e fundador do projeto
Dr. Ramon Teodoro SilveiraCofundador
Dr. Vinícius Alvarenga PereiraCofundador
Andréa Pereira Barreto PizaniCofundadora · Coordenadora de FisioterapiaToque na região do corpo onde dói. Você vê as condições mais comuns naquele ponto e pode ler o artigo de cada uma. É conteúdo informativo: não é diagnóstico e não substitui a consulta.
Dor na coluna, nas costas ou na parte de trás da perna? Use a vista de costas.
Não espere para ser avaliado se: você não consegue apoiar o peso ou mexer o membro depois de queda, torção ou pancada; há deformidade visível; há febre junto com dor, calor e inchaço numa articulação; ou há perda de força, dormência que piora ou perda de controle da urina e das fezes. Em emergência, ligue SAMU 192 ou vá ao pronto-socorro. Veja quando não esperar.
Tratamentos individualizados com foco na recuperação funcional — para lesões traumáticas e não traumáticas.
São 49 condições ao todo. Se preferir partir de onde dói, use o mapa da dor.
Orientações educativas baseadas na metodologia Escola de Coluna — não substituem uma avaliação, mas ajudam no dia a dia.
Ajuste a cadeira e o monitor para ficar confortável e levante-se de vez em quando para se movimentar.
Erguer o aparelho na altura dos olhos diminui a flexão do pescoço; alterne a posição da cabeça durante o uso prolongado.
Escolha travesseiro e colchão confortáveis; em um ensaio com dor lombar crônica, o colchão de firmeza média foi melhor que o firme.
Em crianças, mantenha a mochila leve: o limite sugerido na literatura é de 10% a 15% do peso corporal.
"O paciente que entende o porquê da sua dor, não se machuca tão fácil."
Avaliação, diagnóstico e tratamento clínico ou cirúrgico das condições da coluna e das articulações.
Terapias manuais, cinesioterapia e treino de força, com plano individualizado de reabilitação.
Consultas rápidas para diagnósticos e orientações, com prescrições e atestados digitais com validade nacional.
50 vídeos de sociedades médicas oficiais — da coluna ao pé, incluindo exercícios de reabilitação — e um glossário para entender o seu diagnóstico.
50 vídeos de sociedades médicas, organizados por região do corpo.
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Soc. Bras. de Cirurgia de Ombro e Cotovelo · canal oficial
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Vídeos dos canais oficiais de sociedades médicas brasileiras e do Hospital Albert Einstein. O player só carrega depois que você clica.
Ocorre quando o núcleo de um disco intervertebral se desloca através de uma fissura no anel externo, podendo comprimir uma raiz nervosa e causar dor local ou irradiada (para braço ou perna). A hérnia pode diminuir ou até desaparecer nos exames de imagem sem cirurgia: em uma revisão sistemática (31 estudos incluídos, 9 usados no cálculo), a regressão espontânea ocorreu em 96% das hérnias sequestradas, 70% das extrusas, 41% das protrusas e 13% dos abaulamentos (Chiu et al., 2015). A revisão avaliou imagens, não sintomas. Em casos selecionados de ciática por hérnia de disco, a cirurgia alivia a fase aguda mais rápido que o tratamento conservador, mas o efeito a longo prazo não está claro (Gibson e Waddell, 2007).
Fontes: Chiu CC, et al. Clin Rehabil. 2015;29(2):184–195 · Gibson JN, Waddell G. Cochrane Database Syst Rev. 2007;(2):CD001350 · Ler artigo completo →Dor na região inferior das costas, hoje a principal causa de incapacidade no mundo. Na quase totalidade das pessoas não é possível identificar uma causa específica (lombalgia inespecífica); só uma pequena parte tem causa conhecida, como fratura vertebral, tumor ou infecção. A maioria dos episódios novos melhora rápido, mas a dor pode voltar, e em poucos casos se torna persistente (Hartvigsen et al., 2018).
Fonte: Hartvigsen J, et al. Lancet. 2018;391(10137):2356–2367 · Ler artigo completo →Dor que se irradia da região lombar para a perna, ao longo do trajeto do nervo ciático. Pode ter diferentes causas; uma das mais estudadas é a hérnia de disco lombar com compressão de uma raiz nervosa (radiculopatia), situação em que existe diretriz específica de diagnóstico e tratamento.
Fonte: Kreiner DS, et al. Spine J. 2014;14(1):180–191 · Ler artigo completo →Curvatura lateral anormal da coluna vertebral. Pode surgir na infância/adolescência (idiopática, sem causa conhecida) ou no adulto, e o acompanhamento varia de observação a colete ou cirurgia, conforme a idade, a maturidade do esqueleto e o grau da curva. Em adolescentes com curvas de risco de progressão, o ensaio BRAIST (242 pacientes) mostrou que o colete reduziu a progressão da curva até o ponto de indicação de cirurgia: sucesso em 75% dos randomizados para colete contra 42% dos randomizados para observação, com mais benefício quanto mais horas de uso (Weinstein et al., 2013).
Fonte: Weinstein SL, et al. N Engl J Med. 2013;369(16):1512–1521 · Ler artigo completo →Redução do espaço do canal vertebral para as estruturas nervosas e vasculares. Quando causa sintomas (estenose lombar), provoca dor nos glúteos ou nas pernas, que costuma piorar em pé, ao caminhar ou com a coluna estendida e melhorar ao sentar ou inclinar o tronco para a frente. É a principal causa de cirurgia de coluna em maiores de 65 anos nos Estados Unidos. Atenção: o estreitamento aparece nos exames de imagem de muitos idosos sem nenhum sintoma, então o exame sozinho não define o diagnóstico. Os sintomas costumam oscilar ou melhorar com o tempo, e a cirurgia é quase sempre eletiva (Lurie e Tomkins-Lane, 2016).
Fonte: Lurie J, Tomkins-Lane C. BMJ. 2016;352:h6234 · Ler artigo completo →Dor e rigidez de início agudo no pescoço, que limitam o movimento da cabeça. Antes de tratar, é preciso descartar causas estruturais graves. Nos demais casos (dor cervical inespecífica), a diretriz OPTIMa orienta explicar que o curso típico é benigno e autolimitado, manter atividade e movimento e reavaliar se houver piora ou sintomas novos; a mesma diretriz não recomenda colar cervical nem calor aplicado em clínica para essa dor (Côté et al., 2016). Nos casos de recuperação normal, uma diretriz holandesa de fisioterapia orienta conselhos e exercícios simples, mantendo as atividades habituais (Bier et al., 2018).
Fontes: Côté P, et al. Eur Spine J. 2016;25(7):2000–2022 · Bier JD, et al. Phys Ther. 2018;98(3):162–171 · Ler artigo completo →Dor no calcanhar ligada à fáscia plantar (tecido na sola do pé). A dor costuma aparecer nos primeiros passos pela manhã ou depois de ficar sentado (Goff e Crawford, 2011). Em um levantamento com 5.109 adultos de 50 anos ou mais atendidos em quatro clínicas de atenção primária, 9,6% relataram dor plantar no calcanhar no último mês (Thomas et al., 2019). Apesar do nome "fascite", um estudo de tecido retirado de 50 cirurgias por dor crônica encontrou degeneração da fáscia sem inflamação (Lemont et al., 2003), amostra pequena e de casos cirúrgicos.
Fontes: Goff JD, Crawford R. Am Fam Physician. 2011;84(6):676–682 · Thomas MJ, et al. BMC Musculoskelet Disord. 2019;20:337 · Lemont H, et al. J Am Podiatr Med Assoc. 2003;93(3):234–237 · Ler artigo completo →Dor no tendão de Aquiles por sobrecarga repetida, com alterações degenerativas do tendão (tendinose), e não uma inflamação aguda típica (Alfredson et al., 1998). O exercício com carga progressiva da panturrilha é a base do tratamento: uma revisão com metanálise de 22 estudos (1.137 participantes; exercício, palmilhas e talas) recomenda condicionalmente o exercício para a dor e a função na tendinopatia da porção média, sem apontar um tipo de programa superior aos outros (Wilson et al., 2018). Uma metanálise em rede de 29 ensaios concluiu que apenas esperar não é recomendado, mas nenhum ensaio tinha baixo risco de viés e a incerteza foi grande (van der Vlist et al., 2021). O repouso total não parece necessário: em 38 pacientes, continuar correndo e saltando com monitoramento da dor não piorou os resultados em comparação com parar essas atividades por 6 semanas (Silbernagel et al., 2007).
Fontes: Alfredson H, et al. Am J Sports Med. 1998;26(3):360–366 · Wilson F, et al. Br J Sports Med. 2018;52(24):1564–1574 · van der Vlist AC, et al. Br J Sports Med. 2021;55(5):249–256 · Silbernagel KG, et al. Am J Sports Med. 2007;35(6):897–906 · Ler artigo completo →Fale com a nossa recepção e marque com o profissional certo para o seu caso. Se preferir, escolha diretamente na lista abaixo.
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"Ótimo atendimento, equipe qualificada. Foi a única fisioterapeuta que resolveu minha dor no joelho."
— Roberto AlvesRua Estados Unidos, 783 — Cariru, Ipatinga/MG — CEP 35160-100
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